Tardes de Agosto.
Esse mês promete. Ess fim de ano promete. Promete bagunça, revelações e justiça. A temperatura oscila muito. Ora muito frio, ora um calor insuportável. Prefiro o frio, aguentar o calor no verão tudo bem, mas no inverno é de doer.
Tenho passado essas tardes acompanhando o desenrolar da crise política brasileira. O maior esquema de corrupção da história brasileira? Ou a maior briga entre os detentores do poder e a elite do país? Eu não tenho essas respostas, mas tenho as perguntas. Tenho um militante fervoroso do Partido dos Trabalhadores em casa, meu padrasto. Ele tem o sintoma mais evidente de uma pessoa traída, a vingança. Ele quer o sangue do PT, sente-se traído, sendo julgado por quem sempre mandou e desmandou nesse país. Fica a impressão de que todos esses anos de militância foram jogados na latrina. Fica cada vez mais difícil acreditar que o Lula não tem nada a ver com isso. Falaram em uma monarquia parlamentarista. O Lula daria uma boa rainha inglesa. Não tá nem aí para a crise política. Viaja pelo Brasil, faz discursos. Dá festas na Granja do Torto. Rola uma grana frouxa em Brasília e ele não sabe de nada. Lula para rainha.
Mas o mês passa. Não chove muito. O sol, em temperaturas mais frias, é um programa agradável. Dia 15 recomeçam minhas aulas.
Mas essas tardes de agosto tem sido muito agradáveis. Estou lendo um bom livro, iniciei esse blog feio, lixei o fogão da minha vó. Estou totalmente alienado com essa crise que atinge o país, apesar de acompanha-la. Um paradoxo e tanto.
Quero que Brasília se exploda.
Que o agrobussines se exploda.
Que o latifúndio vá à merda.
Um país majoritariamente agrícola aonde pessoas morrem de fome diariamente.
Aonde estão as classes conscientes de seu papel como sujeito histórico?
Será que vamos assistir a mais um assalto?
Até quando vamos precisar de governos?
Perguntas, perguntas, perguntas...
Mas as tardes de agosto continuam a passar. A história passa. A conjuntura passa.
Só essa oscilação de temperatura que não passa. Até fiquei gripado.
Tenho passado essas tardes acompanhando o desenrolar da crise política brasileira. O maior esquema de corrupção da história brasileira? Ou a maior briga entre os detentores do poder e a elite do país? Eu não tenho essas respostas, mas tenho as perguntas. Tenho um militante fervoroso do Partido dos Trabalhadores em casa, meu padrasto. Ele tem o sintoma mais evidente de uma pessoa traída, a vingança. Ele quer o sangue do PT, sente-se traído, sendo julgado por quem sempre mandou e desmandou nesse país. Fica a impressão de que todos esses anos de militância foram jogados na latrina. Fica cada vez mais difícil acreditar que o Lula não tem nada a ver com isso. Falaram em uma monarquia parlamentarista. O Lula daria uma boa rainha inglesa. Não tá nem aí para a crise política. Viaja pelo Brasil, faz discursos. Dá festas na Granja do Torto. Rola uma grana frouxa em Brasília e ele não sabe de nada. Lula para rainha.
Mas o mês passa. Não chove muito. O sol, em temperaturas mais frias, é um programa agradável. Dia 15 recomeçam minhas aulas.
Mas essas tardes de agosto tem sido muito agradáveis. Estou lendo um bom livro, iniciei esse blog feio, lixei o fogão da minha vó. Estou totalmente alienado com essa crise que atinge o país, apesar de acompanha-la. Um paradoxo e tanto.
Quero que Brasília se exploda.
Que o agrobussines se exploda.
Que o latifúndio vá à merda.
Um país majoritariamente agrícola aonde pessoas morrem de fome diariamente.
Aonde estão as classes conscientes de seu papel como sujeito histórico?
Será que vamos assistir a mais um assalto?
Até quando vamos precisar de governos?
Perguntas, perguntas, perguntas...
Mas as tardes de agosto continuam a passar. A história passa. A conjuntura passa.
Só essa oscilação de temperatura que não passa. Até fiquei gripado.

1 Comments:
Teu padrasto eh bala.
hahahahhaa
perguntas eu tb tenho aos montes
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